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13 de maio: refletir sobre o passado para construir um futuro mais equânime

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Escrito por: Horiens - 18/05/2026

O dia 13 de maio marca a abolição da escravidão no Brasil, formalizada em 1888 com a assinatura da Lei Áurea. Referenciada como um marco histórico, a data convida à reflexão sobre as heranças desse período e os desafios que ainda persistem na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.

Embora represente o fim legal da escravidão, o 13 de maio também evidencia que a abolição não foi acompanhada de medidas estruturais que garantissem inclusão, oportunidades e reparação à população negra. As consequências desse processo ainda se refletem em desigualdades sociais, econômicas e de
acesso que fazem parte da realidade brasileira.

Reconhecer esse contexto é um passo importante para promover mudanças concretas. No ambiente corporativo, isso se traduz na responsabilidade de fomentar práticas mais inclusivas, ampliar a diversidade e criar espaços em que diferentes trajetórias e perspectivas sejam valorizadas.

“Na Horiens, acreditamos que diversidade e inclusão são elementos essenciais para a construção de organizações mais inovadoras, sustentáveis e conectadas com a sociedade. Mais que lembrar o 13 de maio, é refletir sobre o que ainda precisa mudar, com a ampliação de espaços de discussão como parte desse compromisso contínuo de promover reflexão, aprendizado e evolução coletiva”, destaca Fernanda Lima, integrante do Comitê de Diversidade e Inclusão da Horiens.

Compromisso contínuo com o combate à discriminação

Ao longo do ano, diferentes marcos reforçam a importância do enfrentamento à discriminação em todas as suas formas, como o Dia Internacional contra a Discriminação Racial, o Dia Nacional das Tradições das Raízes Africanas e Nações do Candomblé e o Dia Mundial de Zero Discriminação.

“Relembrar e destacar esses marcos é uma excelente oportunidade de ampliar a conscientização e estimular o debate. A inclusão é um exercício contínuo que exige escuta, consciência e ação. No contexto das organizações, isso significa avançar de forma consistente na criação de ambientes mais respeitosos, diversos e representativos”, completa Fernanda Lima.

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